Escuto Robby bater na janela do meu quarto. Corri para abrir. Ele nem ao menos falou uma palavra. Robby me puxou para ele, me beijou sedento. Sinto sua mão deslizar das minhas costas até o meu quadril. Sinto seu aperto forte, muito forte. A respiração acelerada soprando meu rosto. Apoio minhas mãos em seus ombros. Robby beija meu pescoço. Puxa meu cabelo para manter meu pescoço mais exposto. Beijos molhados que arrepiam minha pele. Ele aperta meu seio por cima do vestido. Seguro sua mão. — Robby, não... Estamos na casa da minha mãe. — Sussurrei. — Você fala como se isso fosse um problema. — Porque é, Robby. — Falei. — Por que é um problema? — E se meus pais ouvirem? Ele sorriu. Passou as mãos contornando minhas curvas por cima do vestido. Como sempre, ele me olha fixo. Seu

