Ananda Depois de empurrar Bebel algumas vezes, eu me sentei novamente no banco, respirando fundo e tentando recuperar a compostura. Khalil se aproximou devagar, apoiando as mãos no encosto do banco, e ficou me observando com aquele olhar intenso que sempre me deixava nervosa. — Sabe — começou ele, a voz baixa, quase séria — não é sempre que deixo alguém se aproximar assim… perto de mim, da Bebel… da minha vida. — Ah… — murmurei, surpresa com a sinceridade dele. — Eu não queria invadir nada… — Não é isso — ele interrompeu rapidamente, balançando a cabeça. — É só… eu não costumo confiar rápido, sabe? Mas com você… — ele deu um pequeno sorriso — você parece diferente. Não assustada demais, não fingindo ser quem não é… Meu coração disparou, e eu não consegui evitar corar. — Diferente? —

