Imperador Narrando Eu não devia ter feito isso. Na real, eu sabia que não devia desde o segundo que ela entrou na varanda, com esse jeito dela de fingir que não mexe com nada, mas mexe com tudo. Malcriada, de opinião forte, olhando na minha cara como se não tivesse medo de pörra nenhuma, isso me irrita e me chama ao mesmo tempo. E quando eu vi, já tinha acontecido. O beijo. Não foi pensado, não foi combinado, foi impulso. Eu puxei ela e ela veio. Simples assim. Mas o que queria mesmo, era ver ela subindo e descendo no meu paü, meter até ela pedir desculpas por ser marrenta, assim. E agora ela tava ali na minha frente, vermelha, respirando mais rápido, me olhando como se também tivesse se surpreendido com ela mesma. Eu passei a mão na cabeça, ainda sentindo o gosto dela na minha boca

