Bem Servida

1197 Words

Lívia Narrando Chegamos na casa do imperador eu na garupa dele, o vento ainda zumbindo nos meus ouvidos da corrida pela pelas ruas escuras. Os vapores abriram o portão de ferro com um rangido baixo, e entramos devagar, o farol cortando a noite até a garagem. Desci da moto com as pernas trêmulas, o couro da saia colado na pele úmida de suor e expectativa. Ele desligou o motor em seguida. O silêncio tomou conta de repente, pesado, só o clique do cavalete e o nosso respirar acelerado. Ele pegou minha mão, dedos entrelaçados com firmeza, e me puxou para dentro. Fomos direto para a sala, luz baixa das lâmpadas embutidas desenhando sombras. Mäl passamos da porta e ele me puxou pra mais perto, boca faminta encontrando a minha. O beijo foi urgente, línguas se enroscando, dentes roçando enqua

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