Renato Narrando A visão dela, assim, era um estudo em vulnerabilidade perfeita. Juliana, suspensa pelas algemas de veludo, pernas abertas e ancoradas ao chão, completamente exposta. Seu corpo, um mapa de reações físicas: a pele arrepiada, os m*****s endurecidos contra a renda preta, a respiração ofegante e irregular. Seus olhos, porém, eram o verdadeiro termômetro. Transbordavam uma mistura de medo, vergonha, e uma curiosidade profunda e úmida que era mais verdadeira do que qualquer protesto. Ela estava perfeitamente sensibilizada. O meio de cultura estava preparado. Agora, era hora de introduzir os agentes. — Lindo — murmurei, mais para registrar a observação do que para consolá-la. A pele da sua coxa interna era como cetim. — Perfeitamente sensibilizado. Meu dedo ainda dentro dela er

