Eros Andei de um lado a outro do quarto com uma bolsa de maternidade pendurada em cada ombro, até que a campainha do apartamento tocou e corri desesperada para abrir a porta. — Finalmente, caramba! Dei um suspiro de alívio ao ver Atlas com o braço apoiado no batente da porta. — Demorou uma eternidade, você estava vindo numa tartaruga? Perguntei com um meio sorriso e ele estreitou os olhos, balançando a cabeça. Nunca antes me senti tão protetor ou impaciente como quando andamos pela casa com Lena, esperando que Atlas viesse nos buscar. Parávamos toda vez que uma nova contração a atingiu e tentava confortá-la ou acariciá-la nas costas para fazê-la se sentir melhor. Foi incrivelmente frustrante não ser capaz de aliviá-la e eu teria dado qualquer coisa para que cada espasmo me atacasse. O

