Ele cruzou os braços sobre o peito. Atlas respirou pelo nariz e algo flutuou entre eles como sempre acontecia. Eu estava começando a acreditar que eles nunca iriam se dar bem. — Eu só estava tentando apoiá-la. Ele cerrou os dentes, ainda olhando-o diretamente nos olhos. — Tenho certeza. Um sorriso malicioso espalhou-se pelo rosto de Eros. — E agradeço, mas gostaria que você nos desse um momento agora. — Só irei embora se ela me pedir. Ele o desafiou e Eros deu um passo à frente. Estremeci porque imaginei o que aconteceria a seguir. Ficaríamos sozinhos e teríamos que enfrentar a verdade. De certa forma, foi um alívio. Apressar o passo ru*im e talvez seja o melhor lugar para fazê-lo. Um lugar neutro que garantiria que eu não cairia a seus pés assim que ele dissesse que sentia a minha fa

