Santino Não conseguia me lembrar da última vez que fiquei tão chateado. Anna estava jogando um jogo perigoso e, infelizmente, eu era um o****o e ficava sendo sugado para seus jogos. Saí em busca de Leonas. Finalmente o encontrei em um dos quartos de hóspedes com uma garota de cabelos escuros ajoelhada na frente dele, dando-lhe um boquete. A sala cheirava a maconha, e a julgar pela expressão sentimental no rosto da garota e o sorriso de comedor de merda de Leonas, ambos fumaram. As crianças Cavallaro seriam minha ruína. Eventualmente mataria um deles. — Coloque seu p*u de volta onde ele pertence, — rosnei. O merdinha realmente me deu um sorriso que sugeria que estava exatamente onde pertencia. Peguei meu celular e tirei uma foto. — Vou mandar para sua mãe. Talvez ela possa falar com

