Limpei meus olhos e assenti resolutamente. Me preparei e fui para o hospital com mamãe e Leonas. Não ousei considerar que Santino não sobreviveria. Ele era forte. Nada poderia detê-lo. Mamãe pegou minha mão e apertou. — Ele fez o que deveria fazer. Serei eternamente grata por isso. Ela quase fez soar como se não fosse capaz de dizer isso a ele. Quanto mais nos aproximávamos do hospital, mais forte meu medo se tornava. Engoli em seco, lágrimas brotando em meus olhos. Leonas me enviou um olhar preocupado. — Ele vai ficar bem. Quando chegamos ao hospital, fomos conduzidos a uma sala de espera onde as pessoas se sentavam enquanto seus entes queridos estavam em cirurgia. Enzo estava sentado em uma das desconfortáveis cadeiras de plástico azul-bebê, os braços apoiados nas coxas

