Estava lá novamente. Aquele brilho predatório nos olhos de Danilo. Desta vez, dirigido a mim, mas eu era realmente a fonte de sua paixão? Afinal, ele havia se transformado nessa versão desequilibrada de si mesmo no momento em que mencionei Serafina, como se apenas o nome dela pudesse arrancar dele emoções que eu não podia. Os dedos de Anna agarraram meu pulso enquanto ela me arrastava em direção aos banheiros. Uma vez que estávamos dentro e sozinhas, ela se virou para mim com um olhar preocupado. — O que estava acontecendo? — Nossa primeira discussão como um casal, — disse com um pequeno encolher de ombros, tentando minimizar. — Ele parecia chateado e você parecia assustada. — Não foi nada. Ele apenas me lembrou daquela noite por um momento. A porta se abriu e d

