EMMA Depois que Samuel saiu da cama, m*l dormi. Ver o quanto o pesadelo o afetou e como os efeitos dele perduraram mesmo depois de ele acordar também me abalou. A abstinência seria emocionalmente desgastante, não apenas fisicamente. Quando acordei, depois de ter adormecido um pouco, o lado da cama onde Samuel dormia ainda estava vazio. Arrumei-me rapidamente e desci as escadas para encontrá-lo. Uma pequena parte de mim estava preocupada que ele tivesse encontrado um jeito de beber. Quando o encontrei no sofá, dormindo com o queixo no peito e coberto por um cobertor aconchegante, a culpa me dominou. Eu precisava confiar em Samuel. Mas eu sabia que o vício era um adversário difícil. — Ele dormiu há trinta minutos, — disse Inês, me assustando na cadeira de rodas. Ela apareceu ao meu lad

