o assediador

900 Words
minha mãe pegou o dinheiro todo e ficou perguntando oque eu queria com aquele dinheiro. eu respondi que estava juntando pra comprar coisas pessoais e ela não acreditou muito. pegou o dinheiro e disse que era pra usar dentro de casa, já que eu comia e bebia de graça. ela deu tudo pro meu padrasto como todo dinheiro que ela ganhava. eu fiquei sem chão sabendo que não ia poder realizar minha tão sonhada faculdade fora do Brasil. não conformada eu fui pra mais um dia normal de faculdade e quando volto meu quarto tá todo revirado novamente. sim, eles estava na esperança de procurar mais dinheiro só que dessa vez se deram m*l eu não tinha nem da onde tirar pra comprar mais material. eu fui dormir e acordei de madrugada com uma sensação de alguém me vigiando e acordei no susto olhei a morta meio aberta mais não tinha ninguém e voltei a dormir que sensação horrível no dia seguinte eu acordei fiz minhas tarefas de casa e fui pro meu quarto era um final de semana e não tinha aula. então eu ficava mais entediada que o normal,já que minha única distração era as aulas e o tempo que eu tinha pra ver minhas amigas né eu estava tirando meu sono da tarde quando meu padrasto aproveitou que minha mãe estava no banho e foi no meu quarto acordei assustada com ele no pé da minha cama, então a sensação que tinha alguém me vigiando ontem não era impressão minha era ele me arrepiei toda de medo e perguntei oque ele queria . ele foi me ameaçar dizendo novamente que se eu contasse pra minha mãe que vi ele com outra mulher ele ia fazer a cabeça da minha mãe pra ela não acreditar em uma se quer palavra que eu fosse falar e do jeito que ela e com ele e bem provável eu sair como errada. eu falei que não ia falar nada e ele riu de ironia e me beijou no rosto com aquela barba nojenta aí que vontade de sumir desse lugar tenho nojo desse homem e tenho a sensação que ele tem algum tipo de desejo por mim ele não me olha como um padrasto olha pra uma entrada e deve ser por isso que minha mãe judia de mim. eu não sei como ela consegue pensar isso da própria filha , sendo que eu tenho pavor desse homem. levantei e tentei contar pra minha mãe oque aconteceu mais ele chegou na hora e cortou a conversa ali eu já tinha certeza que estava cometendo um erro gravíssimo já que ia ser minha palavra contra a dele ele chegou e ela já foi me expulsando da casa porque o marido dela queria ver jornal. eu acordei e minha mãe estava de saída e dessa vez ela não mandou eu sair de casa como eu queria que ela mandasse o pedido dela foi diferente. dessa vez ela ordenou que eu tivesse em casa pra ajudar a cuidar do meu padrasto porque ele tava " doente" e eu insisti pra sair e até menti que tinha um compromisso mais mesmo assim ela não quis saber disse que eu tenho que cuidar dele porque e ele que sustentava a casa e eu era uma ingrata. eu não sei porque vive me chamando de ingrata já que eu sempre ajudo e essa casa e minha eu me lembro muito bem do dia que meu querido paizinho comprou e colocou no meu nome . mas eu tinha que me conformar né já que eu não tinha como provar que tudo era meu e poder colocar ele pra rua. então ela saiu e o inferno estava preste a começar. eu fui em direção ao meu quarto e ele veio perguntando aonde eu ia. que a ordem era cuidar dele e que ele queria eu por perto. então começou a me torturar pedindo pra eu pegar água e jogou a água no chão fazendo eu limpar ajoelhada e dava pra ver o sorriso sínico daquele homem nojento fazendo isso comigo. então pediu uma massagem e eu disse que não ia fazer e ele disse que ou eu fazia ou levava uma surra. ele sempre ameaçou mais nunca bateu, eu tinha até medo de um dia isso acontecer. desde que perdi meu pai eu só sabia apanhar da minha mãe e ser maltratada pelos dois. então eu fazia a massagem com muito nojo e ele com um olhar de malícia eu com medo da minha mãe chegar e entender tudo errado e eu apanhar novamente. então eu fui pro meu quarto tomar um banho e quando eu saio eu dou de cara com ele no meu quarto eu tentei sair mais ele trancou a porta e disse que o dia ia começar a ficar bom apartir dali. eu já já temia oque podia acontecer e comecei a perdir pra ele não fazer nada. ele veio pra cima de mim querendo me violentar, me dando beijos e cheiro e eu só conseguia chorar e gritar pedindo ajuda. ele já com tudo planejado aumentou o som de uma forma que ninguém me escutaria. eu dei uns tapas nele na intenção de me defender e recebi um soco na cara foi dali que eu criei força e joguei um abajur que tinha no meu quarto na cabeça dele e consegui fugir pra rua
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