"... Nápoles, província. 4 de dezembro 2018. Antonella, Em primeiro lugar, desculpas! Desculpa pelo julgamento! Desculpa pelo ódio! Desculpa pela vingança! Imagino que você deve se sentir culpada. Como somos iguais, imagino também, que não deve estar dividindo esse peso com ninguém. Não se culpe! O que fiz, foi por amor e egoísmo. Por amor, pois queria proteger a Luna de tudo o que estava sentindo. Não queria que, assim como eu, ela sentisse vergonha de algo que foi tão bonito e especial para a gente. Egoísmo, pois não conseguiria vê-la como minha irmã, ou com outro cara, a exemplo. E sei que, se ficasse vivo, infernizaria a vida dela todos os dias. Poderia ir ao polo sul, sem grana que daria meu jeito de voltar. O que quero deixar claro, é que já tinha decidido não viver, desde
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