Capítulo 22

1801 Words

Dante Pussent Quando fui em casa, nesses dias que estive longe da Província, peguei o velho 38 de Nero Pussent e pensei por diversas vezes: para que eu trouxe essa arma? Diante do que acabei de fazer com minha... Com minha... Com a Luna. Merecia uma bala no meio da minha testa. Uma coisa era eu amá-la. Esse sentimento eu não podia controlar. Outra coisa era, mesmo sabendo que ela era minha... Irmã, eu fazer o que fiz, transei, sabendo quem ela era. Eu era um doente! Mas ao vê-la clamando por ser amada com seu belo corpo nu, o cheiro cítrico de uva, a luz do dia, sob a videira, não consegui resistir. Fui fraco em demasia. Eu era um tremendo filho da p**a! Ainda menti para ela, a enchi de esperança e farei um p**a esforço sobre-humano, para realmente não ir embora a levando comigo. Eu

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