CAPÍTULO SETENTA E SETE. Selene Moreau Ele coloca a camisa preta dele que estava do lado, e eu avanço para o ajudar com o outro braço. — Seu cabelo está molhado ainda — falo, ignorando os meus vasos sanguíneos dilatando. — Ele secará em breve — responde, me observando. — Não está sentindo muita dor? Talvez você deva tomar algum tipo de analgésico — falo, me afastando minimamente dele, nervosa. — Pode trazer a bandeja, por favor? — diz, e eu assinto indo pegar enquanto ele guarda o kit que tinha o adesivo para guardar. Como pode mesmo socado ficar ainda mais atraente? Com certeza os meus neurônios pifaram. Levo até a cama, é aquela bandeja meio de mesa, e depois sirvo um copo de água para ele. Eu estou nervosa, literalmente e o olhar dele piora tudo. Vou em direção a porta, para

