CAPÍTULO SESSENTA E QUATRO. Selene Moreau — Selene... — o meu sono começa a ser interrompido por alguém chamando o meu nome. — ... — murmuro, virando para o outro lado. — Selene, acorde! — a voz do Laurent soa, e eu me forço a abrir os olhos, preguiçosa. Abro só uns milímetros, sonolenta, encontrando-o apenas de toalha, cabelo molhado, a definição toda exposta, os olhos azuis em mim, e rapidamente eu despertei de tanto fluido sanguíneo sendo bombeado pelo meu coração de repente. — Por quê? — pergunto, passando as minhas mãos pelo rosto. — Aconteceu alguma coisa? — pergunto, cheia de preguiça. Que horas são? — Nós vamos sair. Levante — simplesmente diz, indo para o closet dele, e o meu olhar o segue. — Para onde? — pergunto, num misto de curiosidade, pensamentos obscenos, e irrita

