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CAPÍTULO QUARENTA E OITO. Garrett Moreau Estava no escritório fechando uma reunião internacional, quando batem na minha porta em plena madrugada. — Entre! — falo, e o Kran entra. — O que aconteceu? — questiono. — O armazém foi descoberto — maldição. — A polícia encontrou a mercadoria? A apreendeu? — questiono levantando-me. — Felizmente ou infelizmente não foi a polícia que entrou no armazém, mas a mercadoria lhes foi entregue — ele diz, e eu franzo o cenho. — Fale, Kran! — ordeno. Aquele lugar é impenetrável. Faz literalmente um século que trabalhamos com aquele armazém, não tem como a polícia ter chegado até lá, mesmo com esse comandante novo, e ainda saírem vivos de lá. — Todos os homens que estavam lá, estão mortos — afirma, e eu o encaro procurando algum resquício de ousadi

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