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CAPÍTULO CINQUENTA E QUATRO. Laurent Duvall Chega a ser ridículo de surreal o quão eu estou e sou sedento por ela. Louco de forma inexplicável e até perigosa para a situação em que estamos. E como eu sabia é uma loucura recíproca, aparente nenhum de nós consegue disfarçar e muito menos conter, longe ou perto um do outro. Tê-la nos meus braços, tocá-la, saboreá-la, deixar claro o quanto eu a desejo, era algo do qual eu só aguardava pela sua permissão, pois o desejo já era existente desde antes de todo esse assunto vir a tona. Forço-me a afastar-me dela, com os meus olhos ainda apreciando cada traço seu. A luz da lua que entra pela parede de vidro da varanda, ilumina as curvas que me enlouquecem como se as minhas mãos ainda estivessem nela. A vontade de fazer ela gemer o meu nome no

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