Montoya fazia a sutura do r***o da pele no seu queixo. Anos atrás, podia-se dizer que ele suturava o seu ferimento. Mas agora os termos eram outros, e o que fazia se enquadrava mais no âmbito dos reparos. A linha que usou era cirúrgica, fina e preta, precisou de poucos pontos para fechar a a******a que revelava o maxilar mecânico. Kaila entrou no banheiro masculino do Beijo da Samara e trazia no rosto uma expressão abatida. — Sei o que tá pensando e entendo a sua reação. Até poucas horas atrás me via como um homem, um ser humano, por que por fora sou isso que aparento. — ele se voltou para ela e, cortando o fio da sutura com uma tesoura, continuou: — Não sou humano, entendeu agora? Sou um pouco melhor que um dajij, por que o meu cérebro foi transplantado para esse corpo mecânico. Mas me

