CAPÍTULO QUATRO A estátua estava parada na soleira da porta de Cassie, emoldurada pela escuridão. Seus olhos sem vida abriram-se e sua boca se partiu conforme se movia em direção a ela. As finas rachaduras ao redor de seus lábios se alargaram e, em seguida, seu rosto todo começou a desintegrar. Fragmentos de mármore choveram e sacudiram no chão. – Não – Cassie sussurrou, mas descobriu que não conseguia se mexer. Estava presa na cama, seus membros congelados apesar de sua mente implorar para que ela escapasse. A estátua veio até ela, braços esticados, lascas de pedra cascateando de seus membros. Começou a gritar, um som agudo e fino, e conforme a estátua gritava Cassie viu o que estava sendo exposto debaixo da casca de mármore. O rosto de sua irmã. Gelado, cinzento, morto. – Não, não,

