JASMIM DIAZ – ON Acordei ainda um pouco cansada da madrugada intensa com William. Ele não estava mais na cama, mas o cheiro dele ainda pairava no ar — um lembrete quente de que tudo havia sido real, mesmo parecendo um sonho. Era assim que William me fazia sentir: como se eu estivesse num sonho do qual eu não queria acordar. O perfume dele já não era mais tão amadeirado quanto quando nos conhecemos, mas ainda assim tinha força, presença… e combinava perfeitamente com a calma que ele trazia. Ainda com preguiça, me levantei. Já passava das nove da manhã e, sinceramente, eu não aguentava mais ficar de repouso. Meu corpo pedia movimento, minha mente gritava por produtividade. Me arrumei rapidamente e decidi ir até a empresa — ou, pelo menos, sair do quarto. Mas, ao abrir a porta, fui barra

