Na manhã seguinte, Alice estava a se aprontar para ir ver sua filha, no banheiro, Edgar insistiu para que ela colocasse um dos vestidos dela, não queria ninguém a olhando naquela camisola do hospital. — Edgar para de ser bobo. — bobo nada, esta cheio de homem por aí, não quero nenhum lhe olhando. — ninguém vai olhar e você sabe bem como eu costumava dançar. — disse ela se aproximando dele. — mas agora não dança mais e vai andar bem coberta. — disse ele a fazendo rir. — você está fazendo de propósito né? — um pouquinho. — ele riu, então a deu um abraço. — vem, não é bom que fique tanto tempo de pé. — ele a guiou até a cama, então ela sentou a espera da enfermeira que logo chegou trazendo uma cadeira de rodas para que ela não se esforçasse tanto, caminhando até o berçário. Já no berçá

