Acordei com uma dor de cabeça pulsante, minha boca seca como papel de lixa. A luz do sol entrava por uma fresta nas cortinas, atingindo meus olhos como agulhas. Gemei e me virei, buscando o conforto da escuridão—somente para congelar quando minha mão esbarrou em algo sólido e quente. Meus olhos se abriram apesar da dor. Lá estava Aiden, a menos de um metro de distância. Na mesma cama. Comigo. Caramba. Me sentei abruptamente, imediatamente arrependida do movimento repentino, enquanto minha cabeça palpitava em protesto. O quarto girou nauseante, forçando-me a fechar os olhos e respirar fundo várias vezes. Quando ousei olhar de novo, ele ainda estava lá—dormindo tranquilamente, seu cabelo escuro despenteado sobre o travesseiro, o peito nu subindo e descendo a cada respiração. O que

