Capítulo 12

1408 Words
Leon - Bom dia meu amor. - Beta fala sorrindo abraçada no meu corpo ainda com olhinhos fechados. - Bom dia morena, ainda está cedo, volta a dormir, viemos deitar tarde. - pego o meu celular e ainda não são nove horas. - Preciso ver se está tudo certo para o café, não quero que nada saia errado! - ela já ia se levantando quando a puxo de volta. - Leon... - Não dá tempo nem para uma rapidinha? - Leon a casa está cheia, podem nos ouvir. - Você sabe que o nosso quarto tem isolamento né? - já subindo sobre o seu corpo e segurando a suas mãos acima da cabeça e beijando o seu pescoço, enquanto afasto a calcinha para o lado e começo masturba-lá. - Leeoon... não... - continuo os movimentos enquanto ela estava prestes a gozar coloco o meu paau com tudo nela e começo as estocadas firmes e rápidas, beijo a sua boca e sinto ela gozando no meu p*u terminando logo em seguida. - Viu só uma rapidinha para começar bem o dia meu amor, certeza que hoje fecho o negócio com o Hugo. - Meu amor, você já fechou esse negócio, pelo que vi ontem esses italianos estão no papo. - Só ficarei confiante a isso quando ele me disser isso morena, vamos tomar um banho? - Vamos. Levanto da cama e pego Roberta no colo indo em direção ao banheiro, tomamos um banho gostoso e fomos nos arrumar. Chegamos na mesa de jantar a mesa já estava toda arrumada como a Roberta havia pedido para a dona Fátima que trabalha aqui em casa. - Bom Dia dona Roberta, seu Leon, espero que esteja tudo certo como queria. - Está sim Fátima. Obrigada, você é um amor. Escutamos as conversas logo os nossos convidados se juntam a nós e se acomodam. - Obrigada por ontem Leon e Roberta, estou amando tudo por aqui, confesso que nunca havia vindo ao morro. - Lívia fala enquanto se serve. - Até antes de conhecer o Leon eu também nunca havia subido em um, eu nunca tive preconceito com a pessoa so pelo fato dela morar aqui, mas depois que conheci as pessoas daqui e vi a simplicidade, descobri como tudo funciona, como todos na favela se conhecem e em sua maioria agem como família, tudo aqui me conquistou. - Roberta fala. - Eu sempre tive medo, sempre vi coisas horríveis sobre a favela na TV, as armas e os bandido, e onde eu morava nao era tao longe de um morro, eu conseguia escutar os tiros da minha casa. Morria de medo de passar na rua e encontrar um bandido armado. - Milena ri olhando para Lincoln. - E por ironia do destino, casei-me com um mafioso. - todos acompanham. - Amiga, você não gostava nem de mim e olha onde estamos. Se tem uma coisa que a vida é, é ironica! - Livia completa. - Estava pensando em apresentar o morro e as instalações da boca Don Hugo. Tem interesse? - Tomo a frente. - Seria ótimo, bom que já resolvemos as nossas pendências. - ele responde todo à vontade. Terminamos o nosso café, Roberta convidou a Lívia e Milena para conhecerem a confeitaria e claro que elas não negaram, eu segui com alguns seguranças do Hugo e alguns meus para fazer um tour pelo morro. Passamos nas escolas e creches, os centros esportivos, pelo comércio local, e os pontos estratégicos para a comercialização das drogas, mostrando-lhe que as pessoas de bem e que não fazem parte do movimento não se misturam. Fomos em direção a boca, e eles ficaram impressionados que por fora parece uma casa velha caindo aos pedaços e por dentro tem toda estrutura de um escritório de primeiro mundo. Mostrei os números de como os negócios e as vendas das drogas e das armas podem ser lucrativos. - Don Hugo, vou te levar no galpão onde recebemos as cargas, fazemos as conferências e a separação para distribuir aos soldados. - digo já levantando. - Leon, não precisa! - paraliso e fico sem entender, mas mantenho a minha postura. - Eu só vim para ter certeza que você era confiável, pois o negócio eu já estava disposto a fechar, mas chegando aqui e vendo o cuidado que tem com sua família e com sua mulher, o quanto muitas pessoas admiram você devido ao seu comando mostrou-me que você é um homem honrado, leal e sei que se eu tiver algum problema aqui no Brasil, não será com você! - Então. - levanto e estendo a mão para ele. - Parceiros? - ele levanta sorrindo e segura firme na minha mão. - Parceiros! - Cocada pegue o whisky da minha adega particular vamos comemorar. Cocada sai e volta com os copos e a garrafa, sirvo todos presentes, Lincoln, Cocada, PH, o Hugo e o meu copo e levanto um brinde. - A nossa parceria. - A nossa parceria. Ficamos ali conversando mais um pouco, e finalizando os últimos detalhes de como será nossas operações. - Bailão hoje para comemorar? - PH fala animado fazendo uma dancinha ridícula. - Tomara que não seja assim que conquistou a minha irmã, porque se for ela é louca. - falo rindo. - Gente esses são aqueles bailes de favela que passa nos noticiários? A Milena já comentou comigo, dizem que é muito bom. - Lincoln fala animado. - Eu agradeço, mas não posso comparecer não. Preciso ficar de olho na minha bambina.. - Don Hugo fala e o Lincoln cutuca ele. - Para de ser chato Hugo, a Lívia vai amar a ideia. - Ela está grávida, não é legal ir a esse tipo de festas. - Ficamos num camarote separado Hugo, a Roberta vai em quase todos, é difícil segurar aquela ali. - falo rindo. - E no camarote só ficarão nós, sem contar que é cercado de seguranças e temos um bar particular além de vários sofás espalhados para elas se sentarem. Na verdade, não foi pensando nas nossas mulheres que colocamos os sofás, e sim nas put@s que nos satisfaziam. Mas desde que casamos, isso mudou! Nenhuma put@ sobe mais. - Cocada fala. - Yasmin quase teve o nosso filho num baile, ela foi em todos, até um dia antes do nosso pequeno nascer. - Essa ragazza gosta mesmo de dança em! - Hugo fala rindo. - Quase todas as brasileiras, amam mexer a raba até o chão. Deu o horário do almoço resolvemos voltar para casa, as meninas já estavam nos esperando para almoçar, nos juntamos a elas. Falei sobre o baile a Roberta ficou superanimada e as meninas também, enquanto ficamos resolvendo tudo elas já foram para o segundo andar escolher as roupas e começar o dia de beleza, ligaram para a Yasmin e para Sheila que logo juntaram-se a elas animadas. - Acho que elas viraram melhores amigas. - Hugo comenta escutando as risadas. - Essa parceria nos rendeu muito. - completo. Passamos o resto da tarde nos conhecendo melhor, ele nos convidou para passar uns dias na Itália para conhecer como tudo funciona lá, até resolvermos nos arrumar também, como Roberta montou o salão improvisado em um dos quartos vagos, entro no nosso, tomo um banho, arrumo a minha barba, me perfumo todo, escolho um beca a altura da comemoração, uma calça preta com alguns rasgos no joelho, uma camiseta da lacoste branca e um par de tênis da Nike também brnacos, coloquei o meu relógio de outro, minha pulseira e meu colar, coloco a minha arma na cintura por baixo da camiseta e saio em direção a sala, logo estamos todos os homens esperando as donzelas saírem do quarto. De repente a porta se abre e elas saem desfilando pela casa descendo as escadas, ficamos todos babando pelas nossas mulheres, p***a que homens de sorte nos somos! Olhei todas descendo, mas meus olhos caíram sobre a minha morena, que me encara sorrindo, ela colocou um vestido colado preto deixando a nossa Ana Liz em destaque, e tênis iguais aos meus nos pés. - Podem limpar a baba agora. - Roberta fala e todos gargalhamos. - Babamos mesmo, estamos com as mulheres mais lindas do Brasil, Itália e mundo. - completo e a beijo. - e a mais cheirosa com certeza. - falo no seu ouvido e a vejo arrepiar. - Preparados? Vamos? - chamo e todos assentem e seguimos para os carros seguidos dos nossos seguranças.
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