LXXXIV. Expectativas Desleais...

1269 Words

Teresópolis, Rio de Janeiro — Essa cara é impagável! — ri, observando Lucas comer. Ele acabou rindo também, mas não me respondeu. Não queria deixá-lo acanhado, então não segui com a brincadeira. Terminando de comer, ele se recostou, respirando fundo. — É provável que eu continue aqui… não poderei trabalhar com tudo que quero, mas ainda tenho algumas possibilidades de serviço remoto que quero manter. — Ele me falou. — Não deveria pensar em trabalho agora — repreendi. — Sempre preciso pensar em trabalho. Mesmo com essa roupinha escröta, eu ainda preciso trabalhar — riu. — Pior que um CEO sem terno, é um CEO de bünda de fora! — gargalhei e ele acabou caindo na gargalhada também. — ‘Pra você ver… é a decadência de um homem. — É incrível como a decadência de gente rica consegue ser chi

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