VI. Ladrão Que Rouba Ladrão

1315 Words
Leblon, Rio de Janeiro Animada, Lívia me olhava, de joelhos. O päu estava tão durö que doía e a peguei pelo cabelo para tirá-lo da calça. — Deixa eu ver essa língua, princesa. Eu me mastürbei devagar e ela colocou a língua para fora. Gemi alto ao sentir a língua quente bem na cabeça. Mesmo corando, ela ousou circundar a cabeça com a língua, arrepiei e pressionei para sentir toda sua boca, arfando. Ela tentou se afastar, claro. — Calma… linda! Diminuí a intensidade e ela me olhou, parecia ter medo no olhar. Acariciei seu rosto com toda gentileza para repetir: — Calma… — sibilei e afastei para ela recuperar o ar. — As-assim não! — pediu, tossindo. “Merd*!”, xinguei mentalmente, mas assenti com a cabeça. — Não resisti — sorri-lhe, fiz uma carícia em seu peit* e a beijei para tirar sua blusa. — Vai… no seu tempo… do seu jeito… O calor aumentou rápido, tirei toda a roupa para lidar. Ela encheu a mão para chup*r a cabeça devagar, ensinei como ela devia mast*rbar enquanto chupava — enlouqueci! Mantive o carinho em seu peit*, apertei e molhei a ponta do dedo para manter a carícia em seus mam*los — o que a fez ficar bem envergonhada todas as vezes que gemeu. Contive qualquer xingamento em minha cabeça, contive a vontade que só crescia, quando ela encheu aquela boca linda. Sentindo a vontade de gözar, segurei seu cabelo com as duas mãos. Sabia que ela reclamaria, mas só gözaria assim. Segurei forte, quando tensionei, e não consegui deixar de pressionar para ela engolir. Os olhos reviraram sentindo aquele canto apertado e quente, contraindo enquanto ela engolia. Meus olhos chegaram a revirar sentindo aquele cantinho tão apertado e quente, contraindo muito enquanto ela engolia. Claro que Lívia fez cara feia e se desvencilhou de mim bem rápido. Gözei tão gostoso que só recostei no sofá. A cabeça já dizia para eu procurar mais, mas consegui ser comedido. — Ai, Lucas! — Ela reclamou. — Não precisava ser assim. — Desculpa… foi incontrolável! — ri. — Quer beber algo? — E-eu posso… buscar… o que quer? — Uísque — sorri largo, recostando a cabeça. Ela saiu a passos bem rápidos, demorou um pouco. Ouvi alguém entrando no apartamento e era Natasha. — Que isso, Luquinhas? — Ela riu. — Lívia ainda está aqui — suspirei. Levantei para pegar minha calça, mas não tive tempo e Lívia chegou, acabou derrubando os copos ao ver Natasha. Nem era para menos, eu estava pelado na frente da menina que ela mais tinha ciúmes no mundo! — Ih! Deu merd*… — Natasha riu. — Que peit*, hein! Só faltou Lívia ficar roxa de vergonha e ela cobriu os seïos. — Seu pai ficaria put* se soubesse… — Natasha riu. Terminei de vestir minha calça. De costas para Lívia, eu precisei conter o sorriso no rosto. Enquanto ia ao sofá, Natasha tinha uma cara bem debochada e a cena era hilária. — M-meu pai não pode saber! — Lívia respondeu, chorona. — Lucas, por que ela ‘tá aqui? — Ela correu até mim e a abracei. Olhei para Natasha e ri, meneando a cabeça. — Não sei, amor… sabe que ela tem a chave da minha casa. — Ela não contaria, não é!? — Ela começou a chorar. — Não… Natasha não é tão má… eu já te disse isso. — Não é o que ela diz por aí. — Natasha riu. — Sou uma boa amiga e guardo segredo. Depois ‘cê compensa meu irmão. — E-eu quero ir para casa! — Lívia pediu. — Tudo bem… eu te levo! — assenti com a cabeça. Àquela altura, depois de uma goz*da tão gost*sa, eu não estava nem aí se ela ficaria o resto da noite comigo ou não. — Leva ela e volta… queria ajeitar as coisas do domingo. — Ela vai ficar à noite? — Lívia franziu o cenho. — Aparentemente temos algum trabalho — falei. — Realmente não estava te esperando. — Olhei para Natasha. — Não sabia que ficaria com ela hoje… foi mäl! “Nem eu…”, acabei rindo comigo. — E-então… eu não vou. — Lívia se encorajou. — Resolveu ficar e sentar, gost*sa? — Natasha falou num tom tão safädo que o mais tapado ser humano entenderia. “Quem me dera…”, lamentei em pensamento. — Não! — Ela respondeu alto de cara emburrada. — Meninas… calma! — suspirei. — Se quiser ficar, te deixo no quarto e a gente junta nossa papelada na sala, meu amor. — Não pode ficar comigo? — Ela pareceu chateada. — Desculpa, loira… mas é urgente. — Natasha disse. Só faltou Lívia fuzilar Natasha com o olhar, mas ela se rendeu e só assentiu com a cabeça, sussurrando para mim: — Me leva no quarto? Arrepiei, mas assenti e a levei, fechei a porta ao passar e a levei à cama no colo. Isso diluiu seu estresse e ela até riu. — Tem roupa sua no armário, se quiser um banho… eu adoraria espiar pelo buraco da maçaneta, mas não poderei. Ela ficou acanhada e, antes de sair, lambi seu mam*lo. — Lucas! — Ela repreendeu, se virando. Deixei o quarto rindo e voltei à sala. Natasha estava deitada de pernas para o ar. Gargalhou e jogou a blusa de Lívia. — O que houve? — Peguei a blusa e fui ao outro sofá. — Teve confronto em Padre Miguel mais cedo… ninguém caiu e o chefe ficou meio cabreiro de você ir lá… o que acha? — É só festa… não tem nada de tão necessário para eu fazer lá… se a situação continuar r**m, eu não vou, ‘ué — dei de ombros. — Isso não é realmente urgente. Ela tirou o telefone do bolso e jogou para mim. Tinha um documento aberto mostrando trinta milhões que seriam despejados para diluirmos no decorrer do mês. — O último presidente até tentou, mas você tem trabalho. — Onde achou isso!? — Franzi o cenho. — Jantei com ele e pude ver os documentos… comparei com os seus e ele tinha alguns a mais — deu de ombros. — Onde ele enfiou esse dinheiro? — Ela só sorriu. — Ladrão, filho da put*! — arfei, meneando a cabeça. — Comunico e eles recuperam. — Levantei para ir ao quarto, mas parei no caminho. — O que tem o confronto a ver com isso? — Mil doletas se adivinhar onde achei o dinheiro — riu. — Não!? — Franzi o cenho, meneando a cabeça. — Pois é, rastreei parte do dinheiro ao que financiou o recente ataque sofrido lá. Tenho tudo bem documentado e uma ligação direta do nosso antigo chefe — deu de ombros. — Nossa! — pensei alto, orgulhoso de mim. — Sem querer, derrubei um traidor sem querer. Mais do que derrubar da presidência, tem que matar esse cara… — Imaginei que gostaria de saber disso e, talvez, ser o primeiro a explanar para o chefe… mostrar serviço é ótimo, principalmente sendo o novo presidente — sorriu. — Caralh*, anjo… eu te amo! Fui rápido ao quarto para pegar o computador e averiguei o tal documento que ela tinha no telefone, consegui atestar a veracidade e ela me mostrou o que mais conseguiu dele. Era uma mina de ouro. Muitas das transações que ele realizou para os vermelhos estavam registradas em seus documentos particulares e só precisei organizar tudo para ter uma cópia física. — Mais do que nunca, preciso ir no domingo! — Pois é! — riu. — Curtiu meu trabalho? — Claro que curti — sorri largo e deitei no sofá. — Eu te beijaria, se você não fosse me bater depois — gargalhei. Ela também acabou rindo, mas trocamos o assunto. Antes que meu corpo tivesse uma resposta inusitada a toda aquela animosidade, consegui acalmar e dormir.
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