Leblon, Rio de Janeiro
Animada, Lívia me olhava, de joelhos. O päu estava tão durö que doía e a peguei pelo cabelo para tirá-lo da calça.
— Deixa eu ver essa língua, princesa.
Eu me mastürbei devagar e ela colocou a língua para fora. Gemi alto ao sentir a língua quente bem na cabeça.
Mesmo corando, ela ousou circundar a cabeça com a língua, arrepiei e pressionei para sentir toda sua boca, arfando.
Ela tentou se afastar, claro.
— Calma… linda!
Diminuí a intensidade e ela me olhou, parecia ter medo no olhar. Acariciei seu rosto com toda gentileza para repetir:
— Calma… — sibilei e afastei para ela recuperar o ar.
— As-assim não! — pediu, tossindo.
“Merd*!”, xinguei mentalmente, mas assenti com a cabeça.
— Não resisti — sorri-lhe, fiz uma carícia em seu peit* e a beijei para tirar sua blusa. — Vai… no seu tempo… do seu jeito…
O calor aumentou rápido, tirei toda a roupa para lidar.
Ela encheu a mão para chup*r a cabeça devagar, ensinei como ela devia mast*rbar enquanto chupava — enlouqueci!
Mantive o carinho em seu peit*, apertei e molhei a ponta do dedo para manter a carícia em seus mam*los — o que a fez ficar bem envergonhada todas as vezes que gemeu.
Contive qualquer xingamento em minha cabeça, contive a vontade que só crescia, quando ela encheu aquela boca linda.
Sentindo a vontade de gözar, segurei seu cabelo com as duas mãos. Sabia que ela reclamaria, mas só gözaria assim.
Segurei forte, quando tensionei, e não consegui deixar de pressionar para ela engolir. Os olhos reviraram sentindo aquele canto apertado e quente, contraindo enquanto ela engolia.
Meus olhos chegaram a revirar sentindo aquele cantinho tão apertado e quente, contraindo muito enquanto ela engolia.
Claro que Lívia fez cara feia e se desvencilhou de mim bem rápido. Gözei tão gostoso que só recostei no sofá. A cabeça já dizia para eu procurar mais, mas consegui ser comedido.
— Ai, Lucas! — Ela reclamou. — Não precisava ser assim.
— Desculpa… foi incontrolável! — ri. — Quer beber algo?
— E-eu posso… buscar… o que quer?
— Uísque — sorri largo, recostando a cabeça.
Ela saiu a passos bem rápidos, demorou um pouco.
Ouvi alguém entrando no apartamento e era Natasha.
— Que isso, Luquinhas? — Ela riu.
— Lívia ainda está aqui — suspirei.
Levantei para pegar minha calça, mas não tive tempo e Lívia chegou, acabou derrubando os copos ao ver Natasha.
Nem era para menos, eu estava pelado na frente da menina que ela mais tinha ciúmes no mundo!
— Ih! Deu merd*… — Natasha riu. — Que peit*, hein!
Só faltou Lívia ficar roxa de vergonha e ela cobriu os seïos.
— Seu pai ficaria put* se soubesse… — Natasha riu.
Terminei de vestir minha calça. De costas para Lívia, eu precisei conter o sorriso no rosto. Enquanto ia ao sofá, Natasha tinha uma cara bem debochada e a cena era hilária.
— M-meu pai não pode saber! — Lívia respondeu, chorona. — Lucas, por que ela ‘tá aqui? — Ela correu até mim e a abracei.
Olhei para Natasha e ri, meneando a cabeça.
— Não sei, amor… sabe que ela tem a chave da minha casa.
— Ela não contaria, não é!? — Ela começou a chorar.
— Não… Natasha não é tão má… eu já te disse isso.
— Não é o que ela diz por aí. — Natasha riu. — Sou uma boa amiga e guardo segredo. Depois ‘cê compensa meu irmão.
— E-eu quero ir para casa! — Lívia pediu.
— Tudo bem… eu te levo! — assenti com a cabeça.
Àquela altura, depois de uma goz*da tão gost*sa, eu não estava nem aí se ela ficaria o resto da noite comigo ou não.
— Leva ela e volta… queria ajeitar as coisas do domingo.
— Ela vai ficar à noite? — Lívia franziu o cenho.
— Aparentemente temos algum trabalho — falei. — Realmente não estava te esperando. — Olhei para Natasha.
— Não sabia que ficaria com ela hoje… foi mäl!
“Nem eu…”, acabei rindo comigo.
— E-então… eu não vou. — Lívia se encorajou.
— Resolveu ficar e sentar, gost*sa? — Natasha falou num tom tão safädo que o mais tapado ser humano entenderia.
“Quem me dera…”, lamentei em pensamento.
— Não! — Ela respondeu alto de cara emburrada.
— Meninas… calma! — suspirei. — Se quiser ficar, te deixo no quarto e a gente junta nossa papelada na sala, meu amor.
— Não pode ficar comigo? — Ela pareceu chateada.
— Desculpa, loira… mas é urgente. — Natasha disse.
Só faltou Lívia fuzilar Natasha com o olhar, mas ela se rendeu e só assentiu com a cabeça, sussurrando para mim:
— Me leva no quarto?
Arrepiei, mas assenti e a levei, fechei a porta ao passar e a levei à cama no colo. Isso diluiu seu estresse e ela até riu.
— Tem roupa sua no armário, se quiser um banho… eu adoraria espiar pelo buraco da maçaneta, mas não poderei.
Ela ficou acanhada e, antes de sair, lambi seu mam*lo.
— Lucas! — Ela repreendeu, se virando.
Deixei o quarto rindo e voltei à sala. Natasha estava deitada de pernas para o ar. Gargalhou e jogou a blusa de Lívia.
— O que houve? — Peguei a blusa e fui ao outro sofá.
— Teve confronto em Padre Miguel mais cedo… ninguém caiu e o chefe ficou meio cabreiro de você ir lá… o que acha?
— É só festa… não tem nada de tão necessário para eu fazer lá… se a situação continuar r**m, eu não vou, ‘ué — dei de ombros. — Isso não é realmente urgente.
Ela tirou o telefone do bolso e jogou para mim.
Tinha um documento aberto mostrando trinta milhões que seriam despejados para diluirmos no decorrer do mês.
— O último presidente até tentou, mas você tem trabalho.
— Onde achou isso!? — Franzi o cenho.
— Jantei com ele e pude ver os documentos… comparei com os seus e ele tinha alguns a mais — deu de ombros.
— Onde ele enfiou esse dinheiro? — Ela só sorriu. — Ladrão, filho da put*! — arfei, meneando a cabeça. — Comunico e eles recuperam. — Levantei para ir ao quarto, mas parei no caminho. — O que tem o confronto a ver com isso?
— Mil doletas se adivinhar onde achei o dinheiro — riu.
— Não!? — Franzi o cenho, meneando a cabeça.
— Pois é, rastreei parte do dinheiro ao que financiou o recente ataque sofrido lá. Tenho tudo bem documentado e uma ligação direta do nosso antigo chefe — deu de ombros.
— Nossa! — pensei alto, orgulhoso de mim. — Sem querer, derrubei um traidor sem querer. Mais do que derrubar da presidência, tem que matar esse cara…
— Imaginei que gostaria de saber disso e, talvez, ser o primeiro a explanar para o chefe… mostrar serviço é ótimo, principalmente sendo o novo presidente — sorriu.
— Caralh*, anjo… eu te amo!
Fui rápido ao quarto para pegar o computador e averiguei o tal documento que ela tinha no telefone, consegui atestar a veracidade e ela me mostrou o que mais conseguiu dele.
Era uma mina de ouro.
Muitas das transações que ele realizou para os vermelhos estavam registradas em seus documentos particulares e só precisei organizar tudo para ter uma cópia física.
— Mais do que nunca, preciso ir no domingo!
— Pois é! — riu. — Curtiu meu trabalho?
— Claro que curti — sorri largo e deitei no sofá. — Eu te beijaria, se você não fosse me bater depois — gargalhei.
Ela também acabou rindo, mas trocamos o assunto.
Antes que meu corpo tivesse uma resposta inusitada a toda aquela animosidade, consegui acalmar e dormir.