Padre Miguel, Rio de Janeiro Eu me senti vitoriosa quando consegui fazê-lo respirar fundo. Era tão difícil as coisas darem certo que consegui me sentir muito feliz quando ele pareceu acalmar. Depois daquilo, conseguimos focar no trabalho. Mesmo se perdendo com facilidade, esquecendo o que falaria, foi possível ajudá-lo a manter a linha de raciocínio. Li muitos conselhos na internet sobre como ajudar alguém numa situação de crise de pânico e estava testando parte disso. Era erro e acerto, devagar, eu seria mais eficiente. Manter o tom de voz calmo, falar pausadamente — precisei improvisar para o tom ser relaxante e não tão sugestivo, o que foi um desafio e tanto… não tão bem-sucedido. O trabalho não era complexo; ela tinha uma agenda “escura” e seria importante adequar seus horários

