Guapimirim, Rio de Janeiro Ela pareceu muito envolvida com aquele böquete e nada nos ensandece mais do que quando gostam. A boca pequena e delicada salivava… foi lindo de ver, melhor ainda de sentir. Precisei cerrar os punhos para não pegá-la pelo cabelo ao gozär e ela agitou gostoso, botou a língua para fora e deixou a cabecinha na ponta para eu me ver espörrar aquela boca. A tensão fluiu do corpo para fora e eu fiquei muito tonto, sonolento e com ainda mais tesäo, mas a onda já estava forte o suficiente àquela altura para eu não conseguir procurar mais. Apaguei o baseado enquanto ela escalava meu corpo. — Caralhö… essa foi a boca mais gostösa que eu já senti na vida! — sorri de canto de boca, acariciando seu rosto. Ela ficou bem acanhada e não me respondeu, sorrindo. — Esse olho ‘

