XXXVII. O Monstro da Empatia...

1188 Words

Centro, Rio de Janeiro Estava intrigada no caminho. A viagem foi silenciosa. Ele me pareceu gritar por socorro na cozinha e isso me deixou muito preocupada; o coração ficou apertado. — Seria bom repetir essa noite… — Ele sorriu para mim quando estacionou o carro. — Obrigado pela companhia, Sofia. Foi só uma troca de olhares que teve a doçura de um beijo. De novo, o triste olhar que mais implorava por ajuda se repetiu, contrastou com o sorriso que ele tinha no rosto. Ele abriu a porta e assumiu sua postura altiva. Saí do carro me perguntando quanto custava àqueles ombros ficarem eretos por todo o dia, carregando tanto pesar. Saindo, ele cuidou de fechar as portas e trancar. Começou a caminhar ao interior e segui logo atrás. Era cedo e o edifício só tinha os seguranças e alguns faxin

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