XI. O Que Fizemos de Errado?

1287 Words

Padre Miguel, Rio de Janeiro Quando consegui ser liberada, só queria minha casa para me esconder embaixo do cobertor — como uma adolescente! Depois que o perv*rtido deixou a sala, falei com Carlos. Ele discursou sobre o mäl das e agradeceu o stand-up, que foi elogiado — quem diria fazer sucesso numa casa de swing… e vestida!? Não que não tenha ficado pelad*, mas não importa. — Conseguiu agradar o pessoal! — Ricardo sorriu ao me deixar no portão de casa. — Falei que ‘cê é f*da com isso. — ‘Brigada! — sorri acanhada. Fiquei com medo de beijá-lo e ele acabar sentindo o cheiro do perv*rtido, mas não aconteceu — apesar de o coração ter acelerado e eu sentir que explodiria a qualquer momento. — Q-quem era aquele cara? — perguntei. — O loirinho? Um amigo — deu de ombros. — Amigo!? — Fran

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