Centro, Rio de Janeiro Quando cheguei ao carro, solicitei um segurança para ele me ajudar na direção porque eu não estava bem mesmo. O tal evento beneficente foi uma tortura! Desempenhei bem, mas é como pegar uma bomba no momento da ignição e conter tudo numa bola. Tudo parecerá bem por um momento. Subitamente, ela explodirá. Saí por volta das duas. Dei meia dúzia de sorrisos, respondi algumas perguntas — a maioria era sobre o antigo CEO e me resumi a falar do que faria em minha gestão. Fiz tudo para dar certo, como já sabia fazer. Sem contato visual com as pessoas, tentei me ater apenas às vozes diretamente direcionadas a mim e deixei que o resto fosse só um ruído qualquer, pouco digno de atenção. Confesso que não é a melhor postura para se ter, afinal, faz com que eu perca simpati

