XXIII. O Prenúncio de um Pesadelo

1208 Words

Padre Miguel, Rio de Janeiro O meu dia foi uma completa loucura! As sacolas que o segurança ajudou a tirar do carro deviam custar mais que minha casa — talvez toda uma vida de shows! Levei tudo para o meu quarto para ver os meus. A mãe estava acordada; sentada na cama, lia um livro. Aproximei-me para ajoelhar a sua frente e pedir sua benção. — Que o bom Deus te abençoe, anak ko. — Ela bem-disse, beijando a minha testa. — Como foi o dia? — Muito melhor agora que te vejo tão bem — sorri. — Ah, eu falo sério! — riu. — Eu também, o dia foi ótimo! Consegui um emprego! — Isso é ótimo! — Ela fechou o livro para pôr ao lado. — Matheus me ajudou com os remédios e, na última vez que veio aqui, verifiquei e ele não tem febre. Parece melhor do resfriado! — Vou vê-lo! Ela só retomou sua leit

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