Centro, Rio de Janeiro Após acompanhar as meninas em suas compras, Sofia deixou a última loja de roupas vestida num terno melhor. — Bem mais adequado! — sorri. Ela torceu o rosto, mas apenas ri. — Podemos ir? — perguntei-lhes. — S-sim! — Sofia assentiu. — Nem vem falando como se fosse dirigir porque não vai! — Natasha me repreendeu. — Pode tirando o cavalo da chuva… — Claro… claro… — suspirei e sentei no carona. — Uma casa tem três pessoas e muros baixos… as paredes da casa são verdes, Lucas? — Uma velha mania dela voltou. — Não — respondi rápido. — Ótimo. Pode trabalhar! — Ela sorriu para mim. — I-isso nem faz sentido! — Sofia franziu o cenho. — Claro que faz. — Natasha retrucou. — Não faz! — insistiu. — As paredes poderiam ser verdes. — Não está de todo errada. — Natasha ga

