Teresópolis, Rio de Janeiro Natasha não ficou muito conosco. Veio pela manhã, deixou o que tinha que deixar; todo o dia de trabalho se passou e ela chegou à tarde com uma refeição para Sofia — também comeu com Sofia, mas pouco falou. Fiquei bem apreensivo enquanto as observava. — Levarei Sofia para casa, mas volto, okay? — Ela me falou, se aproximando e beijando minha testa. — Se cuida, irmão… Assenti com a cabeça; olhei na direção de Sofia e ela apenas deu um tímido sorriso de canto de boca. O corpo arrepiou bastante, mas respirei fundo e nem falei com Sofia. Nem precisei, o maldito monitor cardíaco fazia esse trabalho. Quando elas saíram, eu me recostei e fechei os olhos. Pouco antes do jantar, Digo entrou em contato para avisar que tudo estava sob controle. O tal RD já estava aco

