LVII. Um Toque Destruidor

1200 Words

Laranjeiras, Rio de Janeiro Eram por volta das oito e eu já estava muito bêbado. Ao fim do trabalho, Natasha foi muito amiga e saímos para um velho inferninho conhecido por nós. Algumas meninas já eram conhecidas e estavam habituadas a lidar comigo. Era óbvio que Natasha não queria que eu arrastasse algumas meninas para o quarto e esse deve ter sido o motivo de ela ter me enchido com tanta cachaça que eu estava dormente. “Preciso de ajuda…”, era o que eu pensava, vendo o mundo girar rápido. Ocasionalmente, se Natasha se aproximasse, eu ainda conseguia identificá-la; senão, o ambiente, as pessoas e até a música eram um único borrão na minha frente. Uma menina chegou para se esfregar e a segurei pelo cabelo. Tão doidão, era impossível regular a força e ela até franziu o cenho para recla

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