XLV. Uma Estranha Gentileza

1218 Words

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro A saída do trabalho foi exótica. Natasha foi quem me acompanhou até em casa, busquei Matheus e ela nos levou até o hospital para eu pernoitar com a mãe. “Como ela está?”, foi a mensagem que o traste mandou. “Melhor… mas ainda está sendo observada pelos médicos. Tudo ficará bem!”, respondi assim que cheguei no hospital. — Não podem ficar só comendo pão… tem um restaurante lá embaixo que é muito bom… recomendo! — Natasha me disse. — Deve ser- — Caro! Com certeza, é caro — interrompeu, rindo. — ‘Cê deve ter um cartão do Lucas por aí… pode usar ele, ‘tá tudo bem. — Obrigada… — Eu ‘tô saindo… chego bem cedo ‘pra gente repetir o esquema, tudo bem? — sorriu, me cumprimentando. — Claro… obrigada… Posso descer com você e… ‘cê me mostra onde fica esse lugar?

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