LXXVI. Arlequins

1357 Words

Padre Miguel, Rio de Janeiro Tentando me preservar, ele pediu carona a um dos garotos e desceu comigo até em casa para me deixar ver meu povo. Matheus estava à sala e já tinha um papel sobre a estante da sala que estava escrito: “Está tudo bem, a vó e eu já almoçamos… falei que saiu para namorar e estava bem.” — Obrigada, meu pequeno… te amo! — Beijei sua testa. — Preciso sair, mas não esqueci de ti — sorri largo, acariciando-o. Ele assentiu apressadamente com a cabeça, bem animado. Aviso a vó, foi o que escreveu em um bloco. Corri pela casa para pegar minha reserva de dinheiro e voltei ao carro, repetindo que o amava enquanto saía de casa. Matheus até parecia bem animado, talvez contagiado pela forte felicidade que eu sentia… não saberia dizer, mas era bom. Voltei ao carro e o car

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