Padre Miguel, Rio de Janeiro — Não vai, anjo… — Foi o que ele pediu quando tentei sair de seus braços ao acordar. — Fica… fica… — Ele repetiu muitas vezes e isso deixou meu coração apertado. Não sabia se ele estava dormindo ou acordado, mas precisei ignorar minha bexiga gritando. Na verdade, eu me sentiria uma monstra se eu apenas o deixasse na cama. Era exótico como, quando falou naquele momento, ele pareceu alguém completamente diferente do louco que aplicou algo na veia de Ricardo para acabar com sua vida! Voltei a me aconchegar em seus braços e ele me envolveu. Foi göstoso estar naquele momento e a maldita paixonite se manifestou. Talvez tenha deixado um largo sorriso em meu rosto — que bom que eu estava bem escondida. A vontade continuou aumentando devagar; até me mexi um pouqui

