Padre Miguel, Rio de Janeiro Mesmo que o corpo sabotasse e traduzisse qualquer coisa intensa a prazer, eu não estava disposto a só ser um louco por sexö com Sofia e nem sabia como lidar com isso. Após a xícara de café, ela se afastou na cama e bateu ao seu lado para me convidar a deitar com um sorriso no rosto. Eu acabei a indagando com o olhar e ela me respondeu: — Tem que deitar de bruços. — Okay… tenho um instante? — pedi, acanhado, confesso. — Tem, eu acho. — Ela me olhou com estranheza. Segui ao banheiro para me aliviar. “Que merdä, Lucas!”, os suspiros já estavam intensos e trêmulos quando eu decidi me xingar sem parar. — Poderia ter pedido minha ajuda… — Sofia parou às minhas costas. Bastou sua respiração me tocar e a quente sensação espalhou. — Você é egoísta às vezes, arle

