Padre Miguel, Rio de Janeiro — Noite, patrão! — Digo disse ao se aproximar. Ajudou, conseguiu tirar minha atenção da arlequina. — Como ‘tá, meu mano? — sorri-lhe, apertando sua mão. — ‘Tô bem de boa, principalmente se você estiver curtindo a festa! — Ele abriu um largo sorriso. — O que achou do lança? — Esse ‘tá padrão — elogiei. Dei um tapa na bünda da safäda que estava se esfregando e segui até um dos sofás para ele vir comigo e nos sentarmos. — Só identifiquei cinco com índole esquisita, traiçoeiros — reportou ao sentar ao meu lado. — Claro, além do tal RD. — Fica de boa… quero que ‘cê fique de olho na mina dele pelos próximos dias. Pode ser que ele fique um pouco mais agressivo e eu não quero que ela tenha uma marca, ‘tendeu? — Claro, chefe… Ela ‘tá ali… — Ele olhou, dando um

