XLII. Não Confie em Ninguém

1255 Words

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro Creio que o frio foi o que me desacordou. Acordei com uma püta dor de cabeça. Sofia e Natasha dormiam no chão; o garoto estava na poltrona e a idosa ainda estava desacordada. Segui até o banheiro para lavar meu rosto. O rosto ainda estava marcado e inchado; suspirei, deixando que a água gelada corresse, mesmo que estivesse bem dolorido. Fui até o telefone do quarto para pegá-lo e chamar um médico ou enfermeiro. Nem falei qual era o objetivo, afinal, esperava que chegassem com velocidade — pareceria urgente! Um enfermeiro chegou e o impedi de ir ao leito. — Preciso da sua ajuda… — pedi. — Ainda sofro com inchaço e algo gelado já me ajudaria… também queria… — Tirei a carteira para tirar um dinheiro. — Quero que me ajude com seu psicólogo, psiquiatra… sei

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