XLIII. Exótica Benevolência

1204 Words

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro Não saberia dizer o que foi aquilo no olhar de Lucas quando ele voltou. Por um instante, ele pareceu mortificado. Natasha ficou preocupada. Perguntamos algumas vezes se ele estava bem, se teve problemas, mas ele só respondia que foi tudo bem de forma muito pouco convincente. Lidar com aqueles médicos era bem mais fácil; eles eram pacientes conosco, explicavam tudo direitinho e isso acabava colaborando para a certeza que a mãe ficaria bem. Ao acordar, Matheus logo me procurou. Gesticulou para dizer querer ir ao banheiro e ajudei o levando, deixei a porta encostada e voltei à poltrona. — Ele não fala? — Natasha me perguntou. — Não sei o que há… preciso levá-lo a um médico… desde q- algo muito r**m aconteceu e… desde então… ele não falou mais nada! — sus

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