Depois de muito pensar, de ouvir a opinião de Isabele, no domingo de manhã, Cherry sentia-se bem e disposta a não mostrar fraqueza. Era uma mulher adulta, de vinte e seis anos, trabalhadora, solteira e com um bebê a caminho. Fugir não fazia parte de sua personalidade. Aceitou a ligação de Nathaniel no domingo de manhã. — Temos sempre que avançar uma casa e voltar três? — Nathaniel soltou desanimado. — Nem sei o que fiz para te irritar dessa vez. Cherry mordeu o lábio, inspirou fundo, expirou devagar e fez o que Isa recomendou. — Você ainda ama a Paulina? Nathaniel soltou uma risada do outro lado da linha, deixando Cherry imediatamente brava. — Não ria. É sério. — Está com ciúme? Cherry afundou-se a cabeça nos travesseiros de sua cama e encarou o teto. Ser sincera com seus sentimen

