Ponto de Vista: Ariadne O som do elevador privativo do edifício de alto padrão ressoou no piso de madeira de lei da cobertura. Ana, Verena, Soraia e eu caminhamos em silêncio até a ampla sala de estar, onde o horizonte iluminado da cidade se estendia através das paredes de vidro. O cansaço físico que pesava sobre os nossos corpos era acompanhado por um tremor sutil, um fluxo contínuo de sensações que ainda ardia na pele e na i********e de cada uma de nós. Descalcei os saltos altos logo na entrada. Verena soltou o casaco de lã pesada e sentou-se na ponta do sofá de couro claro, segurando as pernas contra o peito com cuidado para não pressionar as marcas nas nádegas. Ana serviu quatro taças de vinho sobre a ilha de granito da cozinha e caminhou em nossa direção, entregando uma taça para

