Capítulo 5

1763 Words
Ponto de Vista: Ana ​O som da porta do quarto se fechando atrás de Dominic soou como uma sentença. O aposento exalava riqueza e opulência, com janelas panorâmicas do teto ao chão voltadas para a floresta n***a e uma cama king-size no centro, emoldurada por colunas de madeira maciça e pesadas tiras de couro ajustáveis. ​Dominic caminhou até o bar no canto do quarto, tirou o paletó do terno sob medida e o jogou sobre a poltrona, seguido por sua gravata. Ele serviu dois dedos de conhaque, tomou um gole lento sem tirar os olhos escuros de mim e apontou para o centro do tapete de pele que cobria o piso de madeira. ​— Ajoelhe-se — a ordem veio com a naturalidade fria de quem comanda um império. ​— Eu não vou me ajoelhar no chão para você, Becker — respondi, o queixo erguido e a voz tentando disfarçar a trepidação nas pernas. — Você pode ter o meu contrato, mas não me possui. ​Dominic deu um passo lento na minha direção. Seu tamanho era avassalador; o peitoral largo e a postura impecável preenchiam o quarto com uma autoridade sufocante. Ele parou a um centímetro do meu corpo e colocou a taça de vidro sobre a mesa ao lado. ​— A partir do momento em que assinou aquele papel, Ana, você abriu mão de todos os seus direitos de barganha — ele disse, a voz baixa, grave e cortante. — Aqui não é a faculdade. Eu não aceito insolência. ​Antes que eu pudesse formular uma réplica, a mão grande de Dominic segurou a gola do meu vestido de tecido leve e puxou para baixo com uma força brutal. O som do pano se rasgando ecoou pelo quarto silencioso. Os botões voaram e o vestido caiu em farrapos pelos meus pés, deixando-me apenas de calcinha de renda preta e salto alto. ​Gritei com o susto, cobrindo os s***s fartos com os braços, mas Dominic segurou meus dois pulsos em uma única mão enorme, puxando-os para trás das minhas costas e colando minha barriga contra o tronco quente dele. ​— Olhe para mim — ele ordenou, cravando os dedos no meu queixo até me obrigar a encarar seu olhar gélido. — Eu vou repetir apenas mais uma vez. Ajoelhe-se. ​Senti o volume impressionante de seu pênis ereto pressionando o meu ventre através da calça social dele. O calor que emanava daquele toque brutal fez meu baixo ventre se contorcer em um espasmo descontrolado de t***o. Minha calcinha já estava completamente encharcada, traindo todo o orgulho que eu tentava sustentar. Minhas pernas fraquejaram, e sob o peso do olhar dele, baixei os joelhos devagar até tocar o tapete macio. ​— Muito bem — Dominic disse, desfazendo o cinto de couro importado com movimentos calmos. — Agora tire a minha calça com a boca. ​Ponto de Vista: Dominic ​Ver Ana ajoelhada aos meus pés, com os s***s nus e eretos arfando de indignação e desejo, era o troféu que eu esperava desde o momento em que ouvi suas palavras atrevidas nos corredores do campus. Ela queria um homem de verdade, mas ainda tentava lutar contra a autoridade que desesperadamente desejava provar. ​Ela hesitou por um segundo, os olhos faiscando, mas a proximidade do meu cinto e a imposição da minha presença não deixavam espaço para desvios. Ana aproximou os lábios vermelhos da minha fivela de metal. Usando os dentes com uma mistura de raiva e submissão, ela abriu o fecho e puxou o zíper para baixo. ​O meu pênis saltou para fora da cueca, ereto, espesso e pulsando com veias saltadas, a cabeça grossa coberta por uma camada generosa de pré-ejaculado. O tamanho avantajado fez Ana soltar um suspiro entrecortado de espanto. ​— Pegue — ordenei, segurando os cabelos escuros dela na nuca e empurrando a cabeça dela para a frente. — Chupe o meu p*u, Ana. Demonstre o quanto você quer a minha aprovação. ​Ela abriu a boca e envolveu a glande úmida. O calor da língua dela e a aperto dos seus lábios eram incrivelmente prazerosos. Enfiei dois dedos dentro da boca dela junto com o meu pênis, puxando e empurrando a cabeça dela em um ritmo constante, fazendo a cabeça do meu pênis bater no fundo da garganta dela. ​— Aaaah... hnnn... — ela engasgava suavemente, as lágrimas de reação física escorrendo pelos cantos dos olhos enquanto os saliva gotejava do canto de seus lábios e escorria pelo seu queixo até os s***s. ​— Isso... engole tudo, sua v***a orgulhosa — rosnava, ditando o ritmo sem misericórdia, sentindo os lábios dela trabalharem o meu m****o. — Olhe para cima enquanto chupa o homem que vai rasgar a sua virgindade hoje. ​Puxei-a pelos cabelos, obrigando-a a levantar-se do chão. Rasguei a calcinha de renda dela com um único movimento, deixando-a inteiramente nua. Joguei seu corpo sobre o estofado de couro da poltrona, abrindo suas pernas com violência e prendendo suas coxas com as minhas mãos pesadas. A v***a dela estava vermelha, inchada e escorrendo uma lubrificação copiosa e límpida que brilhava sob as luzes do quarto. ​Ponto de Vista: Ana ​Ficar deitada naquela poltrona, totalmente exposta, com as pernas escancaradas para Dominic, destruiu qualquer ilusão de controle que eu ainda mantinha. Ele ajoelhou-se entre minhas pernas e apoiou a ponta daquela haste colossal diretamente sobre a minha v***a encharcada. O contato da cabeça do pênis dele com o meu c******s fez meu corpo dar um salto no estofado. ​— Dominic... por favor... dói só de encostar — implorei, as mãos agarrando os braços de couro da poltrona, a respiração vindo em decolagens curtas e desesperadas. ​— A dor é o preço da sua rendição, Ana — ele disse, com a voz grave e implacável. ​Ele segurou firme no meu quadril e empurrou para a frente. A cabeça enorme do pênis dele forçou a entrada estreita da minha v****a, esticando a minha pele de forma absurda. Um grito de dor misturado a uma onda avassaladora de t***o rasgou a minha garganta. ​— Aahh! Não cabe! Dominic, por favor, é muito grande! — gritei, tentando empurrar o peito dele com as mãos, mas ele nem se moveu. ​— Fique quieta e receba o meu p*u — ele ordenou, cravando a boca nos meus s***s, mordendo o meu mamilo com força calculada enquanto dava um golpe seco e brutal com o quadril. ​O estalo do meu hímen se rompendo soou como um trovão dentro do meu corpo. A dor aguda de ser rasgada ao meio me fez arquear a coluna, um choro agudo escapando pelos meus lábios enquanto o pênis grosso de Dominic se cravava até a raiz no fundo da minha v****a virgem. ​— AHHHH! MEU DEUS! DOMINIC! — gritei, cravando as unhas nos ombros musculosos dele. ​Ele permaneceu enterrado fundo dentro de mim, a carne dele preenchendo cada milímetro oco do meu canal. Sentia o pulso forte do pênis dele contra as paredes da minha v****a, enquanto o meu sangue virgem escorria pela sua haste e se misturava à minha lubrificação, sujando o couro da poltrona. ​Ponto de Vista: Dominic ​O aperto da v****a de Ana era inacreditável. O canal dela parecia uma luva de veludo quente que tentava esmagar o meu m****o a cada segundo. A dor da perda da virgindade deu lugar a espasmos involuntários que tentavam expelir e, ao mesmo tempo, prender meu pênis lá dentro. ​Abaixei meu corpo sobre o dela, selando nossos p****s e cravando a minha boca na dela em um beijo feroz, dominador e faminto. Minha língua invadiu a boca dela com a mesma violência com que meu p*u havia invadido o seu sexo, forçando-a a engolir meus gemidos e os dela. ​Iniciei as estocadas. Puxava o quadril até quase sair totalmente da v****a dela, deixando apenas a cabeça presa nos lábios inchados, e socava de volta com toda a força do meu corpo. ​Tapa! Tapa! Tapa! ​O som estalado do meu quadril batendo contra as nádegas dela ressoava no quarto alto e ritmado. A cada estocada, a cabeça do meu pênis esmagava o colo do útero dela, fazendo a garota se contorcer inteira em um frenesi de luxúria crua. ​— Diga de quem é essa b****a, Ana! — ordenei entre dentes, acertando um tapa forte na coxa dela que deixou uma marca vermelha instantânea. — Diga! ​— É sua! Aahn! É sua, Dominic! — ela gritava, desprovida de qualquer resto de orgulho, jogando a cabeça para trás e oferecendo o pescoço enquanto o quadril dela acompanhava desesperadamente as minhas estocadas. — Fode o meu sexo virgem! Me fode duro! ​Ponto de Vista: Ana ​A dor inicial havia desaparecido completamente, transformada em um fogo escaldante e incontrolável que consumia cada célula do meu corpo. O impacto do corpo de Dominic contra o meu, a linguagem crua que ele usava e a sensação brutal do pênis dele me preenchendo até o limite absoluto me levaram a um estado de loucura sensorial. ​Eu me tornei uma v***a faminta pelo toque dele. Minhas pernas se prenderam ao redor da cintura larga de Dominic, puxando-o para mais fundo a cada estocada, implorando por mais impacto, por mais dor, por mais domínio. ​— Eu vou gozar, Dominic! Eu vou gozar! — gritei, sentindo uma pressão insuportável se acumular no meu baixo ventre. ​— Vai gozar no meu p*u, Ana! Goza para o seu dono! — ele rosnou, acelerando as investidas para uma velocidade brutal, o pênis entrando e saindo de mim como um pistão desgovernado. ​A v****a engoliu o pênis dele em uma série de contrações violentas. O orgasmo me atingiu com a força de uma explosão; minha visão ficou turva, minha garganta soltou um grito rasgado e meu corpo inteiro estremeceu em espasmos de puro prazer enquanto a minha lubrificação jorrava ao redor do m****o dele. ​Dominic sentiu o meu aperto final e perdeu o resto do controle. Ele segurou firme na minha cintura, enterrando o pênis com toda a força até o fundo do meu útero, e soltou um rugido grave enquanto descarregava jorros quentes, espessos e volumosos de esperma diretamente dentro de mim. ​A sensação do leite quente dele preenchendo as minhas entranhas fez o meu orgasmo se prolongar em ondas dolorosas e deliciosas. Ficamos ali, colados, arfando juntos na penumbra do quarto, selados pelo sangue, pelo esperma e pela rendição total do meu orgulho.
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