Ponto de Vista: Thorne O salão privado do andar inferior do refúgio exalava uma atmosfera ainda mais pesada do que o salão de jantar. As paredes cobertas de painéis de madeira escura, a meia-luz das arandelas e o estofado de couro vermelho do grande sofá central transformavam o espaço em uma arena perfeita para a segunda fase do nosso contrato. O cheiro de sexo, suor e couro já estava impregnado na pele de todas elas. Ariadne, Ana, Verena e Soraia estavam ajoelhadas em linha no centro do tapete persa. As quatro permaneciam inteiramente nuas, as coxas manchadas pelos vestígios das ejaculações matinais, os s***s arfando em um compasso acelerado. Nenhuma delas ousava erguer os olhos sem permissão. A quebra de pudor da manhã havia destruído qualquer barreira de timidez que restava. — A

