Ponto de Vista: Ariadne A manhã de sexta-feira nasceu sob um céu extraordinariamente limpo e azul, sem qualquer vestígio ou nuvem da tempestade devastadora que lavara a metrópole e a propriedade na noite anterior. A luz dourada e calorosa do sol entrava pelas altas janelas de arco da mansão de Thorne, iluminando com suavidade o salão principal onde os quatro casais ainda repousavam juntos sobre o grande conjunto de sofás, almofadas e carpetes de veludo. O meu corpo estava completamente coberto por uma fina manta de seda branca, mas a sensação de plenitude física, a leve dor nos músculos das coxas e o calor aconchegante no meu canal vaginal — ainda marcado e impregnado com o esperma de Thorne — traziam-me uma serenidade e uma paz inabaláveis. Thorne estava sentado ao meu lado na extremi

