Ponto de Vista: Ariadne O roncado grave do motor V8 do SUV blindado ressoava no asfalto molhado da via expressa. A tempestade matinal lavava os para-brisas do veículo, marcando a transição melancólica entre a praia ensolarada e a selva de pedra da metrópole. O painel do carro marcava oito horas da manhã. A realidade retornara com a força de um soco. No banco traseiro, ao lado de Thorne, eu tentava ajustar a postura no couro macio. O meu corpo, contudo, continuava em colapso silencioso. A cada trepidação do veículo sobre o asfalto irregular, as correntes de ouro nobre que continuavam trancadas nas minhas coxas roçavam a carne viva e edemaciada da minha f***a. A semente espessa de Thorne, retida no fundo do meu colo do útero desde o banquete do crepúsculo, encontrava caminho para escorre

