Ponto de Vista: Verena O calor do início da tarde na falésia era quase tátil. A brisa que soprava do oceano trazia o cheiro salgado do mar, mas não oferecia qualquer alívio para a temperatura que subia no terraço de teca da mansão. Eu estava ajoelhada na borda da piscina de borda infinita, com as mãos apoiadas sobre o piso de madeira aquecido pelo sol. Minha pele nua absorvia a luminosidade radiante do dia, mas o meu foco permanecia inteiramente concentrado nas marcas e na sensibilidade que Gideon deixara no meu corpo. O óleo de amêndoas aplicado pela manhã brilhava sob a luz solar, e a cada respiração, o ar quente da praia fazia os meus m*****s — ainda traumatizados pela pressão dos grampos da noite anterior — arderem com uma intensidade constante. Abaixo de mim, a água cristalina d

