Ponto de Vista: Ariadne A noite caíra sobre a mansão de praia, e o som das ondas batedoras nas rochas preenchia a ampla sala de estar de pé-direito duplo. As luzes principais haviam sido apagadas, restando apenas a iluminação cênica e dourada dos projetores embutidos. Ana, Verena, Soraia e eu estávamos dispostas em um semicírculo de sofás de veludo escuro. Nossas pernas estavam abertas, a pele nua brilhando por conta dos óleos corporais que havíamos aplicado durante a tarde. O calor que emanava do meu sexo continuava insuportável; as correntes de ouro nobre ainda pesavam sobre as minhas coxas, e a presença de Thorne a poucos passos mantinha o meu baixo ventre em constante convulsão. No centro da sala, a atmosfera mudou quando a porta lateral se abriu. Quatro mulheres deslumbrantes —

